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O Marketing Médico ao longo da História

Por 6 de setembro de 2021setembro 23rd, 2021Um comentário

É cada vez mais evidente para os médicos que o marketing se tornou uma ferramenta indispensável para ganhar autoridade e atrair pacientes.

É inegável, porém, que muitos médicos ainda tenham preconceito em relação a qualquer ação de marketing por parte dos seus pares.

A Codirect convida você, Dr(a)., para um mergulho na história do marketing médico.

Médica olhando o marketing do seu instagramA História do Marketing Médico

É impossível contar a história do marketing médico sem contar a história do marketing, afinal, somente nos últimos anos deixou de ser visto como um vilão antiético pelos pares.

Até a década passada, eram raríssimos os médicos que se arriscavam em alguma ação de marketing.

Os poucos que se aventuravam ajudavam a difamar a matéria ainda mais.

Por muito tempo, ações de marketing em consultórios médicos se limitavam a ações eticamente duvidosas de algumas indústrias farmacêuticas.

É natural a aversão da classe ao termo, mas é preciso que você fique bastante atento.

O mundo passa por uma revolução silenciosa neste exato momento.

Estamos passando por uma transformação na maneira como nos comunicamos, como interagimos uns com os outros.

Isso acaba transformando também a relação médico/paciente.

Venha com a Codirect, o primeiro núcleo de capacitação digital do país, nessa viagem pela história do marketing médico.

Passado e presente

Primeiro precisamos defender quem garante o nosso ganha-pão: o marketing.

Muitas vezes tornado vilão injustamente, o marketing é responsável por tudo que existe a nossa volta.

Se existem produtos que as pessoas amam e querem comprar não apenas uma, mas diversas vezes, é porque existe marketing.

Muitas vezes confundido como mera ferramenta do  arquetípico vendedor chato, que quer vender a qualquer custo, não importa nem o quê, nem pra quem, o marketing é, na verdade, o oposto disso.

O marketing é uma disciplina criativa que pode ser equiparada à arte. Enquanto esta busca um resultado sublime, o marketing busca gerar valor.

E as últimas palavras são de extrema importância: gerar valor.

O marketing gera valor primeiro entendendo quais são as necessidades das pessoas, depois cria valor por meio da venda de produtos e serviços que possam ser úteis aos interessados.

O bom  marketing busca maximizar a geração de valor, de maneira que as trocas econômicas sejam sempre lucrativas para todas as partes envolvidas.

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Medicos agora fazem marketingPassado

A primeira coisa que a Codirect precisa que você entenda é que você já faz marketing.

Toda decisão que impacta a maneira como seus potenciais pacientes percebem a sua atuação como médico, é uma decisão de marketing.

Atenderá em uma clínica própria ou de terceiros? Decisão de marketing!

Se for em clínica própria, levará o seu nome ou terá um nome fantasia? Decisão de marketing!

Vai ter um site? Vai ter um Instagram aberto ou fechado? Vai gerar conteúdo sobre o quê?

Todas essas, decisões que provavelmente você já teve que fazer em algum momento, são decisões de marketing.

 

Anos 60

Pela primeira vez as empresas tinham um departamento de marketing.

As principais preocupações desse tempo eram básicas: o que produzir, vender em que local, por qual canal,  por qual valor e como anunciá-lo para o consumidor?

Nessa década surgem os primeiros estudiosos da matéria, que começam a reunir dados a respeito do comportamento dos consumidores e a chegar a conclusões que elevam a importância do marketing nas empresas.

Quanto mais as empresas conhecem os consumidores, melhor é a experiência que podem entregar – pelo menos curto.

(olha o marketing criando valor desde a década de 60)

No meio médico, nessa época, qualquer esforço de marketing é visto como antiético e imoral.

instagram médicoAnos 70

Conforme o marketing  se consolida, o cliente fica mais exigente. As marcas entregam o que o cliente quer – e o cliente quer sempre mais.

O departamento de marketing, que era um enorme diferencial competitivo passa a ser indispensável.

Nessa década o marketing sai das empresas e das corporações e invade todas as outras áreas da vida em sociedade: governos, imprensa, organizações e até igrejas – ele está por todo o lugar.

Nessa década surgem as definições de público-alvo e as primeiras segmentações de mercado.

No meio médico,  nessa época, qualquer esforço de marketing é visto como antiético e imoral.

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Anos 80

Nessa década começamos a ver alguns exageros em nome do marketing.

Foi nessa década que houve as primeiras “guerra de marketing”, verdadeiras batalhas pela atenção – e pelo bolso – do consumidor.

Os clientes estão cada vez mais exigente – e os departamentos de marketing tem cada vez mais dinheiro para gastar.

Nos anos 80 surgiu o que foi chamado de marketing 2.0, forjado pela era da informação, cada vez mais orientado às necessidades do consumidor.

Surgem também os primeiros estudiosos do marketing, que editam livros sobre o assunto e democratizam a matéria.

Pequenas e médias empresas começam a ter uma mentalidade orientada para o marketing.

 No meio médico,  nessa época, qualquer esforço de marketing é visto como antiético e imoral.

Anos 90

Nos anos 90 somos submetidos a uma hecatombe cultural que leva toda humanidade a um ponto de inflexão: a internet.

A última vez que a humanidade havia sido impactada por uma mudança na forma como nos comunicamos havia sido no século XV, com o surgimento da prensa de Gutemberg.

A internet mudou a maneira como nós, seres humanos, nos comunicamos; e, se a maneira como nos comunicamos mudou, a maneira como fazemos marketing também mudou.

Surge o e-mail, os primeiros sites, os primeiros blogs… Tudo ainda muito rudimentar.

Com as novas possibilidades de comunicação, começa a nascer a ideia daquilo que chamamos hoje de marketing de atração.

>>Marketing de Atração x Marketing de Interrupção: Clique Aqui para Entendr a Diferença<<

Junto com a internet veio a abundância de informações e a sociedade acordou para temas como meio ambiente, racismo, veganismo… 

O marketing deixa de ser apenas sobre “o quê, por quanto, por onde e como”. Passa a ser como as pessoas se sentem e sua conexão com o mundo ao seu redor.

No meio médico,  nessa época, qualquer esforço de marketing é visto como antiético e imoral.

Apesar disso, em outras áreas da saúde (dentistas, nutricionistas, fisioterapeutas…) os profissionais começam a pensar orientados por uma visão de marketing.

material para os médicos fazerem marketing

>>Siga a @codirectbr no Instagram. Diariamente dicas de marketing para lotar o seu consultório<<

Anos 2010

Se a prensa de Gutemberg conseguiu precipitar a queda da monarquia e acabar com o poder quase total da igreja, a internet também tombou alguns figurões com enorme rapidez.

Aquilo que costumamos chamar mídia tradicional – rádio, televisão, jornais e revistas impressas – sentiu o golpe.

A Internet permitiu que o poder de transmitir informações, que estava nas mãos de poucas pessoas, fosse democratizado.

É como se qualquer cidadão, com um smartphone na mão e uma conexão à internet, fosse – em simultâneo – rádio, televisão jornal e revista.

Pela primeira vez, temos todos voz.

Surge nessa década a revolucionária ideia de que um cliente satisfeito é a melhor propaganda para qualquer marca, ou qualquer profissional.

Os responsáveis? Vou dar uma dica: você acessa mais de uma dezena de vezes na semana.

Acertou quem disse: as redes sociais.

O brasileiro passa em média 3h30 minutos todos os dias acessando as redes sociais.

Praticamente toda sua tomada de decisão de compra passe pelo Instagram (já foi o Facebook e amanhã pode ser o TikTok).

Sabe o que é o mais fantástico disso?

Nas redes sociais, qualquer pessoa pode competir de igual para igual com as grandes marcas pela atenção dos clientes.

Vamos supor que você seja uma dermatologista.

Para uma pessoa que quer saber a diferença entre o botox e a harmonização facial, as propagandas da Apple são inúteis.

Se o interesse dela, no Instagram for um procedimento estético com uma dermatologista, o algoritmo buscará entregar-lhe exatamente o que ela quer.

Focado no ser-humano, que tem todas as opções a um clique de distância, o marketing busca maneiras mais sofisticadas de se destacar.

A internet permite que a relação entre as marcas, os profissionais, e os clientes, seja muito mais próxima, horizontal. 

As redes sociais permitem pela primeira vez, que o marketing deixe de focado às massas para ser focado no ser-humano.

A evolução do marketing nos trouxe ao marketing digital, focado sempre nos desejos e nas dores das pessoas, procura soluções ao invés de vender produtos e serviços. Um marketing focado em relacionamento.

O chamado marketing de atração ganha nome: Inbound Marketing, ou Marketing de Conteúdo.

Se até a década passada o alvo do marketing era vender, hoje o alvo é gerar valor, pois quem gera valor, vende mais.

Nessa década, pela primeira vez, os médicos acordaram para o marketing – apesar disso, o estado ainda é de sonolência. Aos poucos, percebem que estão ficando para trás.

Quando olha para os lados, os médicos percebem que todos os outros profissionais da área da saúde estão afiados quando o assunto é marketing e atração de pacientes pelas redes sociais. 

Muitos desses profissionais da saúde, inclusive, estão ganhando espaço que poderiam – ou deveriam – ser dos médicos.

O consumidor não se preocupa mais tanto em encontrar o melhor especialista. Ela quer ser atendida por alguém em quem confia – e confiança só se consegue construindo um relacionamento.

Percebe como tudo aponta para as redes sociais? Afinal, não existe maneira mais barata e eficaz de um médico construir relacionamento — hoje — do que por meio das redes sociais.

Isso nos leva ao…

Presente

Hoje, 80% das pessoas das classes A, B e C são chamadas “digital first”.

Ser digital first significa que essas pessoas, antes de ter uma experiência física offline, tem uma primeira experiência digital.

Ou seja, 80% dos seus potenciais pacientes, antes de tomarem a decisão de ir se consultar com você no seu consultório, vão ter uma experiência digital com o seu trabalho.

O caminho natural e intuitivo dessas pessoas será procurar por você no Instagram.

O que encontrarão no seu perfil irá sem dúvidas influenciar na percepção de valor que elas terão a respeito do seu trabalho.

Aos poucos, para os médicos, o marketing vai deixando de ser o vilão e começa a ser visto como uma importante ferramenta, capaz de dar voz, autoridade e credibilidade.

O marketing moderno trata de geração de valor muito mais do que de vender a qualquer custo e, nesse sentido, está em total acordo com o juramento que você fez na ocasião da sua formatura:

“[…] Em todas as casas em que entrar, fá-lo-ei apenas para benefício dos doentes, evitando todo o mal voluntário e a corrupção […]”

Hoje, por meio das redes sociais, os médicos “entram nas casas” das pessoas com muito mais frequência. 

O marketing está a serviço do médico, sendo uma poderosa ferramenta de promoção da saúde e do bem-estar.

Mais do que alavancar a sua carreira, o marketing médico vai ajudá-lo a servir às pessoas, criando com elas um relacionamento verdadeiro, baseado na ética e nos seus valores mais profundos.

A consequência natural disso é o crescimento da sua carreira e, também, o aumento do seu valor como médico. 


Parabéns por ter chegado até aqui. Isso significa que você está realmente comprometido em se tornar um médico de destaque e atrair uma fila de pacientes por meio do marketing médico. 

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Um comentário

  • Dr. Severo Passos disse:

    Parabéns. Conteúdo de excelente qualidade. Foram as postagens de vocês que fizeram com que eu me tornasse cliente do programa de mentoria de vocês.

    Posso dividir em duas eras a história – e os resultados – do meu consultório.

    A era antes da Codirect, e a era depois da Codirect.

    Muito obrigado!

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