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Diferencial de Valor – O caso Starbucks

Por 14 de setembro de 20212 comentários

Quem acompanha a Codirect, já sabe que toda Marca de Valor tem como um dos seus fundamentos o Diferencial de Valor.

A Starbucks, uma marca mundial, onde as pessoas pagam felizes até R$ 14,90 por uma dose de cafeína, merece ser olhada com uma lupa.

É isso que a Codirect fará hoje nesse blogpost:  o Diferencial de Valor por trás da marca.

O que a Starbucks pode nos ensinar sobre Diferencial de Valor

O ano era 1961. 

Howard Schultz tinha apenas 7 anos quando, em uma noite fria de inverno, viu a mãe fazer uma cara de espanto ao atender o telefone.

Seu pai, um motoboy havia saído cedo de casa para fazer suas entregas – trabalhava até 16 horas por dia para garantir um teto e comida na mesa da família.

O telefonema era do hospital.

Fred, o pai de Howard havia caído e quebrado o tornozelo.

Sem poder trabalhar, sem segura saúde ou desemprego, Fred entrou em desespero.

Sem poder trabalhar, Não tinha mais como garantir a subsistência da família.

Anos depois, quando já estava à frente do sucesso da Starbucks, Howard revelou:

“A imagem do meu pai jogado no sofá, com a perna engessada, incapaz de trabalhar ou ganhar dinheiro, moído pelo mundo, em espiral negativa, ainda está gravada na minha mente.”

A vida de Howard não ficou mais fácil dali em diante.

Passou a adolescência no Brooklyn, em uma casa popular na perigosa periferia de Nova York.

A experiência que teve quando criança moldou o seu caráter.

“Eu sabia, do fundo do meu coração, que se um dia estivesse em posição de fazer a diferença, jamais deixaria as pessoas para trás.”

Por décadas CEO do Starbucks – hoje presidente do conselho -, Howard Schultz faz a diferença para milhares de fundionários e seus familiares.

A marca é mundialmente conhecida por sua forte responsabilidade social e ética, tanto com seus colaboradores – chamados de partners -, quanto com o entorno; meio-ambiente, fornecedores e comunidade.

Sempre que tem uma oportunidade, Howard conta a história que considera seu rito de passagem: a do ferimento que tirou seu pai do trabalho e da dignidade.

Ele considera que esta história molda o porquê de o Starbucks ser como o Starbucks é.

Desde sempre, a visão dele era construir uma empresa que tratasse as pessoas com dignidade e respeito – exatamente o que faltou ao seu pai.

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Starbucks, uma marca com um diferencial de valor evidente

Um Diferencial de Valor de impacto precisa ser verdadeiro

Howard sempre diz:

“Café não é o nosso negócio. Café é apenas o nosso produto. O nosso negócio são as pessoas. Todo o nosso negócio tem como base as conexões humanas.”

Consegue perceber o quão profundo é isso?

Seu impacto é enorme. Porque é verdadeiro.

E tem mais…

“Tratar os funcionários com benevolência não deveria ser visto como custo que diminui o lucro, e sim como uma potente carga de energia que pode fazer com que a empresa se torne algo muito maior que um líder poderia vislumbrar. A Starbucks é o legado vivo do meu pai.

A ideia que o ex-CEO sempre quis transmitir era a de que o principal ativo do negócio eram os funcionários.

O lucro seria consequência da atmosfera única do lugar, proporcionada por funcionários “cheios de energias positivas”.

Na história do Starbucks, os funcionários sempre desempenharam o papel principal.

Certa vez, em uma entrevista que deu para Oprah Winfrey, Howard falou:

“As pessoas acham que eu sou o fundador da Starbucks. 

Eu era só um funcionário quando a Starbucks tinha apenas 4 lojas. Fui à Itália à negócios e voltei com a sensação de que a Starbucks estava no negócio errado.

O que eu quis trazer de volta foi o ritual diário, o senso de comunidade e uma ideia de que poderíamos ter um terceiro lugar entre a casa e o trabalho nos Estados Unidos.

Foi uma epifania.

Eu fiquei fora de mim.

Entrei e vi aquela sinfonia de atividade, o romance e o teatro de café.

O café estava no centro da conversa, criando um senso de comunidade.

Foi isso o que me tocou.”

Starbucks não é um café qualquer. È o café de uma marca de valor

2 histórias se encaixam, e viram o Diferencial de Valor do Starbucks

Aquilo que viu na Itália, o senso de comunidade, as pessoas conversando, se conectando, emanando alto astral, só seria possível em um ambiente onde os funcionários estivessem dispostos a colaborar para a experiência.

Howard disse a Oprah que teve uma epifania.

Filosoficamente falando, a epifania ocorre quando  temos uma sensação profunda de realização, quando compreendemos a essência das coisas.

Essa epifania colapsou no Diferencial de Valor da Starbucks: ser o ponto de apoio entre a casa e o trabalho, onde você pode fugir por alguns minutos da loucura do dia em torno de uma xícara de café, se conectando com pessoas queridas

(mesmo que precisem pagar R$ 14,90 pelo café)

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